o direito de resposta, por ssru

A SSRU recebeu um mail, que nos foi dirigido pela Associação de Bares da Zona Histórica do Porto e que enquadramos no ‘Direito de Resposta’, passando a transcrevê-lo na íntegra:

“APRESENTAÇÃO DE QUEIXA NAS AUTORIDADES JUDICIAIS

O silêncio dos caluniados não se aplica à ABZHP, que tudo vai fazer no sentido de desmascarar os indivíduos, que se escondem atrás do anonimato para caluniar tudo e todos, os quais se identificam, como, ressabiados de algo, descarregando todas as suas frustrações no ataque a pessoas e instituições, de forma cobarde, utilizando para o efeito ferramentas dentro da net.

A ABZHP, está aqui a dar a cara, não se esconde, pelo contrario até se expõe sem confrangimentos, para o bem e para o mal, isto é, nunca utilizou subterfúgios para fazer chegar a sua msg, como também, nunca fugiu a “discutir” fosse com quem fosse, ideias e projectos, sejam elas, de carácter social, sendo que, nesta área tem provas dadas e comprovadas, em acções que tem desenvolvido no terreno, no entanto não é essa a sua obrigação estatutária, contudo nunca foi impedimento, factos relevantes e que leva a ABZHP, a ter algumas pistas dos autores das injurias.

A ABZHP, não tem sócios só na zona Histórica, mas sim em todo o País, como por exemplo, Lisboa, Montijo, Braga, Barcelos, P.Ferreira, Vila da Feira, Espinho, Matosinhos, Maia, Vila Nova de Gaia, Povoa do Varzim, Guimarães, Gondomar, Marco e etc., quanto à nova zona d vida nocturna no Porto, só quem anda distraído é que não se apercebeu, que a ABZHP, está lá representada em termos efectivos com sócios desde a primeira hora, que contrariamente às afirmações caluniosas, eles não fugiram de ribeira, mas sim procuraram alternativas de espaços, que na ribeira não existem. A ABZHP, trabalha no terreno com esses empresários na solução de problemas, de forma a evitar situações, que coloquem em causa o desenvolvimento da revitalização da baixa, mas adiantar mais pormenores é dar demasiada importância a quem se esconde para caluniar.

Resta a ABZHP, anunciar, que vai apresentar queixa nas autoridades judiciais competentes, como também, vai convidar todas as instituições e pessoas que eventualmente, tenham ou estejam as ser vitimas das investidas da SSRU.”

Conforme se obriga na sua Declaração de Princípios, a SSRU reconhece a todos aqueles que se sintam lesados, a possibilidade de comunicarem a esta administração os motivos de indignação ou prejuízo causado, de modo a que, analisada a questão, se proceda de imediato à sua reparação.

Com efeito, no nosso artigo “o convite especial”, reconhecemos um excesso na utilização de figuras de estilo e embora não fosse nossa intenção atingir a associação visada, pelo menos não da forma como foi entendido, desde já, LAMENTAMOS o sucedido.

Desnecessária a ligação metafórica uma vez que corrigido o texto, a mensagem mantém a sua integridade, sem que fosse premente ultrapassar a fronteira a que nos propusemos.

No entanto, reconhecemos o direito à indignação de qualquer pessoa ou instituição quando nos excedemos, não reconheceremos nunca a CENSURA ou o direito seja de quem for a calarem-nos apenas porque incomodamos. Duvidamos que qualquer tribunal o faça, mesmo neste País onde coisas esquisitas acontecem com tanta frequência.

Assim e mais uma vez reconhecendo a nossa falta, prontamente reparamos o lapso, mantendo o espírito do artigo publicado.

resposta-01Com alguma dificuldade imaginamos que o apelo da ABZHP a outras pessoas ou instituições possa obter o eco desejado, uma vez que o insulto e a ofensa, ou mesmo a calúnia, se encontram banidos desde Sítio, ainda que, como já admitimos, involuntariamente possamos incorrer em erro.

Percebemos que seja mais aliciante, instintivo, perseguir e atacar um perfil editorial como o nosso (mesmo escolhendo cautelosamente as palavras), que opta pelo anonimato, ao invés de tantos outros que de forma diferente têm a ‘permissão’ de dizer tudo o que pensam.

Mas a Internet foi desenhada e construída na senda do anonimato e ele é uma extensão desta ferramenta. Conscientes das opções, será justo considerar que nos encontremos minimamente preparados para definir a nossa defesa.

Por esses motivos, em troca do anunciado conflito, fazemos antes um convite construtivo à ABZHP, que certamente nenhum tribunal lhe propulsionará, mesmo que obtenha uma sentença favorável: a oportunidade de expor, explicar, poder dispor do espaço que entender neste Sítio para demonstrar que estamos equivocados, que as questões sociais (não estatutárias) não se tratam de uma repentina e recente preocupação, ou então que o problema tem sido de facto, alguma má comunicação que tem impedido a ABZHP de transmitir para a opinião pública o seu verdadeiro trabalho. Terão da nossa parte toda a colaboração possível.

O tempo, na sua inevitabilidade, se encarregará de nos facultar todos os factos.

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