o local do crime revisitado, por ssru

Os nossos leitores são uns (chatos) curiosos e fizeram questão de visitarem o local do crime que anunciámos ontem e ao depararem-se com um novo espectáculo, enviaram-nos estas fotos fresquinhas, só para nos obrigarem a corrigir os dados da nossa notícia de 01 de Abril. É que já não são 652 prédios degradados mas antes 651, porque o último edifício, este já do século XIX, mandado construir para correcção de alinhamentos de ruas, se encontra no preciso momento a ser demolido.

Poderá, muito certamente, não ser o último e sermos forçados a corrigir o número para 650, uma vez que o edifício em frente a este, no outro gaveto da Rua de Trás com o Campo, foi atingido pelos escombros do confrontante em demolição e já antes o tínhamos assinalado como ruína. Para já, porque ainda temos a garganta seca de tanta poeira e tamanha parvoíce que se verificou no caso anterior, fiquem com as fotos que nos enviaram hoje, relativas a mais um atentado. Eles estão imparáveis!

Registamos, no entanto, o silêncio geral: da Porto Vivo, da DRCN, da DMMPC, das Ordens Profissionais, das Faculdades, da Oposição Política, dos Historiadores e Contadores de Histórias da Cidade, das Pessoas Cultas da Cidade, da Comunicação Social, mas sobretudo, dos tripeiros, dos portuenses, dos guerreiros do Norte. Fica registado.

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