e onde já se viu isto? por ssru

Alguém percebe o que se passou aqui e porque é que ainda ninguém teve a coragem para se sentir, mostrando quem é filho de boa gente? Os Senhores do Norte onde andavam?

Porto Vivo SRU está sem verba, sem líder e, pelos vistos, sem futuro

PATRÍCIA CARVALHO  – 22/03/2013 – 00:00

“Acabou o financiamento a fundo perdido”, diz o presidente do IHRU. Para Vítor Reis, modelo actual das SRU “não faz sentido”.

Presidente do IHRU diz que não pode ser "simultaneamente accionista e financiador" das SRU . PAULO RICCA

Presidente do IHRU diz que não pode ser “simultaneamente accionista e financiador” das SRU . PAULO RICCA

O presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), Vítor Reis, traçou ontem as linhas de uma estratégia de reabilitação nacional que parece apontar para o fim das sociedades de reabilitação urbana (SRU).

A ouvi-lo estavam os actuais responsáveis da SRU Porto Vivo, Rui Quelhas e Ana Paula Delgado, que no dia anterior tinham visto adiada, a pedido do IHRU, a assembleia geral da sociedade. O candidato independente à Câmara do Porto, Rui Moreira, demitiu-se da liderança da Porto Vivo devido ao facto de o Estado, via IHRU, tardar a recapitalizar esta SRU, com os 2,4 milhões de euros que lhe deve.

Antes da sua intervenção, na conferência “As Empresas e a Regeneração Urbana – Oportunidades, Desafios e Financiamento”, realizada na sede da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas, no Porto, Vítor Reis tinha justificado ao PÚBLICO o adiamento da assembleia geral da Porto Vivo com a necessidade de esclarecer “um conjunto de questões” relacionadas com a SRU, detida em 60% pelo IHRU e em 40% pela Câmara do Porto.

Questionado sobre o futuro da Porto Vivo e da muito falada intenção do Governo de municipalizar esta estrutura, o responsável não se alargou, declarando apenas: “A solução que existe não faz sentido, é um absurdo e contraditório. Não posso ser simultaneamente accionista e financiador.”

Momentos antes, Rui Quelhas brincava com Vítor Reis, prometendo ouvir a sua intervenção atentamente. Mas Quelhas não deve ter ficado satisfeito com as palavras do presidente do IHRU. “Às vezes questiono-me se a reabilitação urbana não é como os lobisomens: fala-se tanto, mas ninguém viu nenhum”, começou por dizer Vítor Reis, que pouco depois acrescentava: “O primeiro desafio é fazer com que o IHRU não seja o “Instituto das SRU” e, sobretudo, “das broncas da SRU do Porto”, mas um “Instituto Nacional da Reabilitação Urbana”.”

Vítor Reis partilhou depois com a plateia – sobretudo empresários da construção e do imobiliário – um conjunto de orientações que apontam para o fim das SRU, tal como foram criadas. “As condições de financiamento vão ser muito difíceis. Acabou o fundo perdido. Tem de haver apoios reembolsáveis e aqui entra o risco das operações. Não faz sentido continuar com operações sistemáticas. Envolvem muito tempo, muito capital e os riscos são muitos. É preciso saber que achados arqueológicos destroem uma operação de financiamento”, disse.

Espaço público de fora

O responsável do IHRU disse ainda que está pendente do visto do Tribunal de Contas a implementação de um novo programa nacional de reabilitação de edifícios para arrendamento que, numa primeira fase, irá destinar-se a processos sob a alçada dos municípios ou das SRU, e que excluem as intervenções no espaço público. “A nossa aposta é no edificado, o espaço público tem de ficar para uma fase posterior”, defendeu.

Vítor Reis anunciou que diversos programas sob a sua alçada serão reformulados (como o Prohabita ou o Recria) e arrancou aplausos quando defendeu a alteração de um conjunto de regulamentos – relacionados com a eficiência energética, as regras da acústica, das acessibilidades ou telecomunicações – que regem hoje a construção. “Sei que vai haver alguém a dizer que isto é um retrocesso. Desculpem, bendito retrocesso, precisamos dele neste caso”, disse o responsável, enquanto defendia que o paradigma da habitação tem de ser redireccionado para o arrendamento e que “o produto para arrendamento não pode ser igual ao produto para venda”.

Traduzido, isto quer dizer o seguinte: a Rainha do Território (Assunção Cristas) enviou à cidade de Portucale o seu Conde Andeiro (Vítor Reis) para desancar nos Fidalgos Nortenhos (Rui Quelhas e Ana Delgado) e pôr na ordem o Morgado (Rui Rio) e seu Herdeiro Varão (Rui Moreira), uns por andarem a gastar mal os impostos da Coroa, vilmente cobrados ao povo e ainda outros por dizerem mal do governo do Reino. Entre aplausos, o Andeiro conseguiu proclamar a sua boçalidade e sair das Terras do Norte sem que ninguém lhe “espetasse um punhal”, sem que ninguém tivesse levantado a voz para o rechaçar, defendendo dessa maneira as ostes do Condado Portucalense.

Como administradores da SSRU, repudiamos este tipo de política de terra queimada e, indignados, estamos contra invasões abjectas e tecnicamente desqualificadas. O Sr. Conde, se quiser, que vá para a sua terra chamar nomes a outros, porque aos de cá, só nós é que temos o privilégio de chamar o que quisermos. São incompetentes, pouco transparentes, manhosos, calaceiros, arrogantes e burros, mas são nossos. Ouviu?

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o alvo perfeito, por ssru

A Câmara do Porto vai, amanhã, associar-se às festividades do “Dia Nacional dos Centros Históricos”, coisa que já faz desde 2008. Não tem dia fixo pois este ano calha a 23 (sábado), embora tenha sido escolhido como patrono Alexandre Herculano, cujo aniversário se comemora a 28 de Março. Este ano as coisas estão melhor organizadas, envolvendo mais a comunidade e até deu para inovar com um sítio de apoio.

De todas as edições este é o cartaz de apresentação mais apelativo, feito por um jovem designer da Árvore. Ele escolheu muito bem alguns símbolos do Centro Histórico espremidos no centro de um alvo, debruado a típicos azulejos, com um dos anéis transformado em rio navegável por um barco rabelo (ah, ganda bruno). A parte desagradável é ter ligeiras semelhanças com o logótipo da empresa daquele arrogante que diz imbecilidades como: “Enquanto o povo se manifesta, a gente pode dormir mais descansada. O pior é quando não se manifesta.” [Calhau, o que ainda não percebeste é que o Povo está cada vez mais farto de palhaços como tu!]

DNCH-2013

Mas vocês não devem ir em tal conversa reaccionária e devem manifestar o vosso espanto pelos recantos do Centro Histórico “mai’lindo” de todos. Aproveitem para o conhecer melhor, para além da visível degradação, tirem fotografias, registem os vossos momentos felizes. Façam os passeios a pé, barco ou de trenzinho, assistam aos diferentes espectáculos, visitem as exposições. Afinal se o ficarem a conhecer melhor vão poder defendê-lo melhor ainda.

Quanto a nós, continuamos na mesma, sem ter nada para comemorar e, como habitualmente no dia das mentiras a 1 de Abril, iremos assinalar a passagem de mais um fastidioso ano de degradação no “Dia Nacional dos Centros Históricos Degradados”.

a boa vizinhança, por ssru

Gostaríamos de dedicar o nosso ducentésimo artigo aos bons vizinhos e à boa vizinhança. Um conjunto de bons vizinhos forma uma fantástica vizinhança e por vezes, à distância da família legítima, tornam-se tão íntimos e imprescindíveis como se fossem nossos parentes. Hoje, tirando um ranhoso ou outro, podemos considerar que temos uma boa vizinhança para criar os nossos filhos. A vida no Centro Histórico não é fácil e as relações têm que ser regadas todos os dias para não murcharem e adubadas constantemente para não se transmutarem em algo monstruoso.

A Dona Emília, por exemplo, teve uma altura que nos deu imenso trabalho. Era bom-dia e boa-tarde, como vai a vizinha com este frio ou com este calor, as coisas iam rolando. Pela morte da Amália, passou a ouvir fados de manhã à noite em altos berros e, se nos primeiros dias se conseguiu suportar, pelo amor que temos ao fado, com o tempo a coisa transformou-se num inferno e já vomitávamos aqueles sons pelos ouvidos. A nossa primeira ideia foi responder com a mesma moeda, mas o Bob Dylan e o Jeff Buckley não estavam a surtir o efeito desejado. Quando finalmente parecia que a Valquíria de Wagner começava a resultar, encontramos a Dona Emília na drogaria e metendo conversa mais alongada, explicamos-lhe os efeitos colaterais que as doses massivas de Amália estavam a fazer em nós e nas nossas crianças. “ Ó menina, porque é que não disse há mais tempo, carago!” Quando precisamos de fazer um recado mais demorado é ela que nos “deita uns olhinhos nos miúdos”. Em troca recebe os nossos mimos e algumas ajudas com o preenchimento do IRS “por umas rendas de umas casinhas”.

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É com agrado que constatamos que a Porto Vivo percebe a importância deste conceito da “Boa Vizinhança” e o pratica com os seus vizinhos, contrariando o carácter institucional frio com que se revestiu. Espantou-nos que uma destas manhãs de sábado, que dedicamos às compras no comércio tradicional e ao passeio pelo CHP, tenhamos visto um quadro que parecia ser enternecedor: o vizinho montou um andaime e colocou os azulejos que faltavam na fachada desde que ela se instalou ali no número 212 da Rua de Mouzinho da Silveira.

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Agrada-nos que a SRU tenha conseguido passar por cima do facto do vizinho ter feito obras ilegais mesmo debaixo do seu nariz – diga-se em abono da verdade que o prédio, embora inacabado, ficou muito melhor do que estava, não havia era a necessidade! – e tenha aproveitado a oportunidade, já que ele estava com a mão na massa, para resolver o seu problema e rematar tão abstruso semblante.

é pena os azulejos serem diferentes dos de cima e de lado

é pena os azulejos serem diferentes dos de cima e de lado

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Se julgávamos que podia tratar-se de um caso isolado, eis que o actual Homem-Forte da Porto Vivo e Vereador da Câmara de Gondomar, o Sr. Engenheiro Rui Quelhas – que anda a fazer obras ilegais num prédio à saída do Túnel da Ribeira – nos dá uma lição de boa vizinhança ao utilizar o prédio vizinho como auxiliar aos trabalhos que está a desenvolver. Não temos certezas absolutas, mas os sinais indicam que se está a fazer uma utilização do prédio ao lado: tem um cadeado e um aloquete novos na porta, apesar de este estar destelhado/desabitado; tem um cabo eléctrico a passar pelas janelas do primeiro andar e que é recente (por confronto de fotos); e esse cabo parece descer as escadas e ligar a um quadro eléctrico (?) fechado com um aloquete novo, etc. Queremos muito estar enganados mas tudo indica que se está a utilizar o prédio do vizinho, mas se este não tem conhecimento, esta utilização pode ter um nome muito feio.

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Pouco adianta depois clamar por transparência e meter os pés-pelas-mãos em justificações esfarrapadas, se os factos contrariam tudo o que se diz. A boa vizinhança clama por transparência e bondade. Sim, bondade!

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a demissão já, por ssru

Este [governo] é um flagelo pessoal, familiar e social. É uma das experiências mais traumáticas que alguém pode ter. A melhor forma de afectar o [governo] no curto prazo, portanto, quanto mais cedo melhor, é criar as condições para a nossa recuperação económica, obviamente, demitindo-o. Sobretudo, depois de mais isto:

a liberdade na praça, por ssru

Vocês poderão perguntar, sem perceber, por que razão insistir em comparecer em manifestações populares, cujo dia seguinte se revela igual ao anterior. Tal como vocês são muitos os que se interrogam, mas na verdade nunca nada fica igual, após uma estrondosa prova de cidadania como aquela em que nós participámos. Acreditamos que um cidadão deve praticar a cidadania todos os dias da sua vida e não apenas de quatro em quatro anos, nos actos eleitorais. Só isto já faz valer a pena. Mas na verdade estamos fartos… deste desgoverno!

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Em Belém uma múmia paralítica emudece com frequência para que ninguém se lembre que tudo começou nas suas mãos manchadas; em São Bento um fantoche gesticula inalterados movimentos, à espera que alguém lhe mude a cassete; e a Troika entra e sai do País das estátuas, como se aqui dentro não vivessem pessoas, mas antes números, às vezes pares outras ímpares, à medida que vão morrendo de desgosto e fome e solidão e frio e sem medicamentos e sem esperança. Nesta frente nada mudou.

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Muitos comentadores de serviço, embora conscientes do valor da voz do Povo, desdobram-se em manobras de diversão, desviando as atenções para a armadilha dos números, terão sido mesmo o milhão e meio, tapando-se assim o sol com a peneira. Mas quem ganha o nosso prémio de maior talento, é uma deputada da Assembleia da República, que representa o Povo através dos votos que o Povo depositou no seu partido, dito democrático, uma vez que vivemos em democracia. Todos em pé, em filinha, mãos juntinhas num aplauso democrático para a senhora deputada do CDS-PP (parceiro governamental), a Dra. Teresa Caeiro:

Não vou e nunca iria a uma manifestação como a que se prepara para o dia 2 de Março de 2013. Citando Paulo Portas, “ninguém são de juízo dirá que tudo está bem”. É evidente que as coisas não estão bem: uma taxa de desemprego acima dos 17% é uma calamidade; a deterioração das condições económicas maior do que se previu; a consolidação orçamental está a ser mais lenta do que se pretendia; a crise é mais profunda do que esperado e a carga fiscal atingiu o limite do suportável pela classe média. Precisamos de mais tempo para diminuir o défice, de um período mais alargado para uma redução estrutural da despesa corrente e de maior tolerância para cumprir o programa que nos devolverá a soberania plena. Precisamos de aceleradores da economia sem entrar no despesismo que nos obrigou ao pedido de resgate. Temos de ter a lucidez de compreender que o Memorando de Entendimento deve ser ajustado às realidades com que nos vamos confrontando. E há que ter noção de que não é possível exigir o esforço tremendo pedido aos portugueses sem um mínimo de compreensão da população.

Dito isto, os “lixem-se” não representam a população portuguesa e não encontro no slogan simplista “que se lixe a troika” e no entoar do “Grândola” em todas as esquinas qualquer vislumbre de pensamento ou de propostas alternativas. Aposto que a maioria dos que se reúnem hoje não lutaram pela liberdade e pela democracia: receberam-na de bandeja e beneficiam – felizmente – dessas conquistas. Tomam-na como garantida, para sempre. Mas esquecem que a liberdade implica responsabilidade, nomeadamente o dever de contribuir de forma construtiva para que ela se perdure. E a democracia exerce-se nos actos eleitorais, de quatro em quatro anos. Seria interessante saber quantos dos que se “indignam” e mandam a troika lixar–se, exerceram este direito/dever nas últimas eleições.

A contestação faz parte da democracia, e ainda bem. Mas contestar por contestar não contribui para a solução dos problemas, nem dignifica a liberdade. As grandes concentrações de 15 de Setembro, transversais a toda a sociedade e faixas etárias, tinham uma mensagem precisa e concreta: não aceitamos uma redução dos nossos vencimentos para uma medida sem retorno perceptível. E tinham razão.

Já os que querem que “a troika se lixe” não apresentam uma única ideia. A não ser, claro… que se lixe tudo. E da pouca substância que se retira das forças políticas que os apoiam não há uma medida que não levasse o país à ruína, a uma desvalorização de mais de 80% do nosso PIB (leia-se das posses de cada um de nós) e a tornarmo-nos uns párias internacionais durante gerações e gerações.

Deixo umas perguntas, às senhoras e senhores que hoje estão num afã a pintar cartazes e a afinar as vozes: a um ano e meio do fim do programa de resgate é altura de romper tudo ou tentar cumprir a nossa parte para recuperar a nossa soberania? E preferem, hoje, estar em Portugal ou na Grécia? E preferem que se lixe a troika ou que se lixe Portugal?

Por Teresa Caeiro, publicado em 2 Mar 2013 – 03:10, em http://www.ionline.pt

Porque estamos em democracia, vamos lá responder à senhora deputada, partindo do pressuposto evidente que este governo já não tem o apoio popular há muito tempo e que as suas políticas têm de ser mudadas. Assim:

1. Ainda bem que reconhece que as coisas não estão bem, ficaram ainda piores depois desde governo ter entrado em funções. O desemprego acima dos 17% não é uma calamidade, é o fim da linha para muitos, principalmente para aqueles que se encontram numa idade cinzenta, a que os liberais chamam limbo, mas os democratas preferem apelidar de idade de ouro, de saberes adquiridos. Tem razão, aquilo que precisamos para resolver os problemas é de soberania. E de órgãos de soberania impermeáveis à corrupção e à ditadura do poder. Desde logo, precisamos de uma justiça que não se queixe de falta de meios para caçar os poderosos corruptos, mas que é diligente a tirar as casas e os empregos aos mais humildes. Sobretudo, será necessário reduzir as desigualdades que nos desunem e nos fazem sentir cidadãos de segunda, uma grande mole que trabalha e paga impostos e vota para que a senhora deputada continue a comer lagosta e lavagante nos restaurantes da Assembleia da República, a preços módicos.

2. O Povo que viu na rua no dia 2 de Março não representa a população, tem toda a razão. Aquela gente toda é a população portuguesa e com ela estava muita outra que ficou em casa ou no trabalho ou a estudar e não pôde lá estar. Aqueles todos que lá estiveram, que mandam lixar a troika e cantam as ‘grândolas’, são cidadãos que lutam pela liberdade e pela democracia – assim no singular, a menos que a senhora conheça mais que uma – e que se recusam a exercer o seu paradoxo de democracia que apenas se exerce nos actos eleitorais. Muitos até terão votado o suficiente no seu partido para que a senhora tenha sido eleita.

3. “Que se lixe a Troika” tem tudo a ver com o dito do senhor primeiro-ministro que mandou lixar as eleições e por implicação o Povo eleitor. Por isso se manda lixar o governo, os políticos como a senhora deputada e a Troika que antes da crise nos pagou umas indeminizações para destruirmos o nosso sistema produtivo e baixou os juros do crédito à habitação e nos transformou em apenas consumidores, menos problemáticos que cidadãos. Sabia ela que tudo faríamos para manter o nível de vida conquistado e venderíamos os nossos anéis ao desbarato às empresas e interesses financeiros que dão suporte à Troika. Por isso senhora deputada, a mensagem que não consegue ler da manifestação é esta: “Estamos fartos de vocês todos!”

4. E que raio de pergunta é essa “(…)preferem, hoje, estar em Portugal ou na Grécia?”. Cremos que é a senhora deputada que prefere não estar na Grécia, porque, ao que sabemos, os gregos andaram a acertar os passos dos políticos que os vilipendiaram. Queremos estar em Portugal e ser mais como os islandeses, que têm a coragem de lutar pelos seus direitos, formando assembleias populares, alterando a constituição a favor do Povo, condenando judicialmente os seus políticos, verdadeiros criminosos. Senhora deputada, saiba e repita aos seus colegas: que nenhuma tempestade dura para sempre, apenas é um pouco tarde para que tudo volte à normalidade! Portanto: “que se lixe a senhora deputada Teresa Caeiro, Viva Portugal”.

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